Artigos com tag ‘Venezuela’

PRÉMIO SAKHAROV – 2017

José Inácio Faria na apresentação do PRÉMIO SAKHAROV – 2017 entregue à oposição democrática da #Venezuela.

“É sempre bom reencontrar velhos amigos! E é especialmente bom quando os vemos de boa saúde e livres da opressão que tanto aflige milhões de Venezuelanos.

Parabéns aos meus amigos (da esquerda para a direita): Leopoldo Lopez Gil (pai do herói venezuelano, Alcalde de Chacao e preso político #LeopoldoLopez); #MaitePagazaurtundúa (minha colega Eurodeputada espanhola e paladina da causa venezuelana); #AntonioLedezma (exilado político e Alcalde de Caracas); #MitzyCapriles (esposa de Antonio Ledezma) e #AntonietaLopez (esposa de Leopoldo Lopez Gil).

Todos juntos em Estrasburgo pela restauração da democracia e da liberdade na VENEZUELA!”

(Eurodeputado José Inácio Faria)

ASSEMBLEIA NACIONAL CONSTITUINTE VENEZUELANA: (MAIS) UM GOLPE NO ESTADO DE DIREITO QUE EXIGE A APLICAÇÃO DE SANÇÕES

O Partido da Terra-MPT congratula o Governo Português por, à semelhança do que fizeram os restantes Países da União Europeia e os Estados Unidos, não reconhecer a legitimidade política e jurídica da Assembleia Nacional Constituinte venezuelana, fraudulentamente “eleita” no passado Domingo e que ontem tomou posse.

Esta Assembleia plenipotenciária indigitada pelo regime de Nicolás Maduro constitui mais um golpe na democracia e no Estado de direito daquele País e constitui mais um duro revés para a pacificação do País que há poucas décadas atrás era o mais rico da América Latina.

O Partido da Terra-MPT apela, por isso, ao Governo português para que apoie aqueles que, no seio da União Europeia, defendem a aplicação selectiva de sanções aos líderes do regime e aos funcionários da burguesia bolivariana e que tenha especial atenção para o facto da maioria dos emigrantes portugueses e luso descendentes residentes na Venezuela não pretenderem regressar a Portugal, contrariamente ao que erradamente tem vindo a ser ventilado na comunicação social.

Para esses, o Partido da Terra – MPT apela ao governo português para que urgentemente crie condições de permanência naquele país e para os restantes, para os que pretendam regressar a Portugal, estabeleça condições efectivas de acolhimento e de integração, sobretudo na Região Autónoma da Madeira e na região de Aveiro, especialmente para os milhares que já o fizeram devido à instabilidade política e à dramática crise humanitária que se vive no País que tão generosamente os acolheu.

EURODEPUTADO DO PARTIDO DA TERRA PARTICIPA COMO OBSERVADOR NO PLEBISCITO VENEZUELANO EM PORTUGAL

O Eurodeputado do Partido da Terra – MPT, José Inácio Faria, participou ontem, 16 de Julho, como observador internacional no plebiscito organizado pelos partidos da oposição venezuelana, com o apoio da Igreja Católica, da ONU e de diversas organizações da sociedade civil, cuja responsabilidade em Portugal esteve a cargo da Venexus, que tem mantido uma actividade intensa em prol da causa venezuelana.

Na Parede, no Concelho de Cascais, o Eurodeputado foi testemunha não apenas da enorme afluência ao “Punto Soberano” (centro de votação acreditado), mas também da forma entusiástica e pacífica como decorreu este acto simbólico, de “desobediência civil” contra o projeto de Assembleia Constituinte do Presidente Nicolás Maduro.

Nos restantes pontos do país onde decorreu esta consulta popular, o Partido da Terra – MPT, único Partido político português que esteve presente em todos os pontos de votação, fez-se igualmente representar por outros observadores internacionais, tendo marcado presença em Braga com Isabel Vilar e Magalhães Azevedo, em Aveiro com Daniel Santos, no Porto com Carla Leitão e Isabel Branco, no Algarve com Rui Amador e na Madeira através de Roberto Vieira, Fernando Góis e Pedro Manteigas.

A votação neste plebiscito contou com a participação de mais de 7,1 milhões de pessoas (95% na Venezuela; 5% no estrangeiro em mais de 602 cidades de 75 países por todo o mundo).

Segundo o Eurodeputado José Inácio Faria “esta taxa de participação massiva constitui, só por si, um resultado histórico, tendo em consideração que se tratou de um processo eleitoral não oficial (sem o aval do Conselho Nacional Eleitoral) e o resultado da votação – 98% dos votantes recusaram a convocação da Assembleia Constituinte – mostra claramente que a solução da crise na Venezuela passa por eleições livres, com observação internacional, e não por golpes do regime para se perpetuar no poder”.

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2017-07-16-Milhares-de-venezuelanos-votaram-em-Portugal