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Órgãos

Comissão Política Nacional

PRESIDENTE:
Luís Vicente, 63 anos, biólogo, professor universitário.
Sou biólogo, ecólogo e ecologista, humanista activo, luto pela justiça e pela equidade, pelo direito ao grito e à indignação, pela liberdade, igualdade e fraternidade, contra o esquecimento global e contra o apagar da memória, contra a competição e pela cooperação, pela paz e pela solidariedade entre todos os povos do mundo, pelo direito a ser, contra a coisificação dos animais humanos e não-humanos, contra a exploração, contra as fobias étnicas e de género, por uma sociedade arco-íris e pela libertação das estéticas.

VICE-PRESIDENTES

Ana Reis da Silva, 27 anos, Chaves, advogada, feminista.
Nasci no nordeste transmontano, em Chaves e estudei direito em Coimbra. Actualmente, estudo, trabalho e vivo (em) Lisboa. Sempre me pensei como “enfant terrible”, por me permitir quebrar convenções sociais – mesmo sabendo que não sou mais que um produto das mesmas. Aceitei este desafio por ter chegado a um ponto em que, à esquerda, todos são do sistema e são poucos os que ousam desafia-lo. Este desafio é uma “luz ao fundo do túnel”, no sentido em que permite que haja espaço para que todas e todos sejamos ouvidos, para que todos e todas possamos dar voz a quem precisa. Quero uma política mais orientada para as necessidades sociais do estado, que as equipare às económicas e as tenha por igualmente importantes. Da política quero inclusão, transversalidade, liberdade e respeito pelas pessoas.

Cristina Montez, 46 anos, Aveiro, Urbanista e Idealista.
Apaixonada pela natureza (seja ela vegetal, animal ou mineral) e pela sua beleza desde que me conheço. Aceitei o convite para pertencer ao Movimento Partido da Terra, por ter como referência incontornável o Arq. Gonçalo Ribeiro Telles e por ser uma honra poder partilhar do seu legado. Considero que, ainda tenho alguma teimosia de não querer deixar de acreditar nas Pessoas que tentam fazer “algo” mudar um conjunto paradigmas, e atitudes a eles associadas, que estão a degradar por completo o nosso ambiente e a qualidade de vida.

Alice Estrela, 33 anos, Lisboa, Bióloga, Brand Manager
Mulher de paixão desmesurada pela vida em todas as suas dimensões, dona de uma teimosia geneticamente programada que guia todos os seus argumentos. Sonho com uma utopia de uma sociedade não-capitalista, ansiosa por percorrer todos os passos até lá. Aceitei este desafio com a vontade de me juntar a indivíduos de ideais comuns que ainda acreditem no velho sonho de fazer diferença no mundo. Actualmente dedicada a salvar o mundo, um sabonete de cada vez.

VOGAIS

 

Joaquim Pedro Ferreira, 48 anos, biólogo, Lisboa.
Sou doutorado em biologia da conservação pela Universidade de Lisboa, mas nos últimos 8 anos centrei a minha atividade na promoção e divulgação de ciência na Universidade de Aveiro. Fui, durante 10 anos, membro e ativista de Ongas. Aceitei este desafio por considerar que não existe, no atual quadro partidário, uma força política que represente os valores da Ecologia e da Biodiversidade. Sem atividade política dificilmente conseguiremos dar voz aos valores que defendemos. Tive essa experiência no movimento ambientalista.

Maria Aires de Campos, 28 anos, Cartaxo. Médica Veterinária. Porque nunca deixarei de sonhar com um mundo onde animais humanos e não-humanos vivem em harmonia, onde estimamos este fantástico planeta e todas as formas de vida nele existentes. Por uma Terra melhor, para todos!

Maria João Burnay, 62 anos, Oeiras, antropóloga, aposentada.
A minha carreira assentou em convicções humanistas e de bem-estar para todos os seres vivos. Seguindo os ensinamentos de Gonçalo Ribeiro Telles cruzei as perspectivas antropológica e ecologista, estruturando ideias próprias. Defendo uma praxis transparente e democrática. Na política poderei intervir e contribuir, numa arena diferente, para que as politicas nacionais assumam o essencial e a essência da nobreza da causa pública, assentes em conhecimentos sistémicos e valores humanísticos.

Raquel Sousa, 55 anos, née Porto, vive em Lisboa, Agrónoma e Geógrafa, rainha das minhas ideias e dos meus fazeres.

Estudei com tantos que me honraram com o seu convívio, quer na controversa USA como Steiner ambientalista e geógrafo, quer em Itália com Rafael Zanolli, agroeconomista, quer cá com Ribeiro Telles, Calvet de Magalhães e Álvaro Domingues, agora no doutoramento em agricultura urbana, para além de todos os bravo (a)s de ideias e acções com quem me cruzei. Sou uma pessoa de paixões exaltadas. Acredito no amor infinito e na justiça, porque só quero a felicidade e o bem do povo e desejo que um dia este consiga viver numa fase energética muito mais positiva. Daí a intervenção politica e de cidadania, sempre presente. Trabalho em áreas como ambiente, arquitectura paisagista e agricultura sustentável (quer em consultoria quer com as mãos na massa em produção e em investigação no campo), tendo para além da muita experiência formativa, a do ensino quer a nível secundário e profissional quer universitário, que efectuei na Escola Agrícola da Paiã e várias escolas e na Universidade do Algarve e Lusófona, durante toda a minha carreira profissional.

Raul Santos, 63 anos, Biólogo, professor, Almada.
Nasci há 63 anos, filho de um torneiro mecânico e uma jovem nicadora de rolhas de cortiça. Sou biólogo pós-graduado em Biologia da Conservação, professor e um apaixonado por fotografia. Trabalhei em gestão ambiental nos tempos em que a Conservação da Natureza era importante para a política, e por isso sei que com esta equipa o MPT pode inaugurar uma forma diferente de fazer política, mais honesta, mais transparente, mais humana e, sobretudo, mais informada por quem sabe. E esta equipa SABE. Não concebo a política de outra forma que não seja um serviço aos cidadãos e ao país. Por isso disse sim!

Rita Nobre Valdívia, 42 anos, Advogada, Cadaval.
Sou Advogada e abraço o desafio de pertencer ao MPT porque acredito que ainda poderei deixar a minha marca neste País que tanto adoro, e que precisa tanto de alguém que olhe por ele. Garra não me falta, objectivos definidos também! Um bem haja MPT.

SUPLENTES

 

O meu nome é Alexandra Silveira, tenho 36 anos e sou natural de Vila Franca de Xira.
Coordeno uma equipa de gestores comerciais de PT comunicações (ALTICE), mas a minha verdadeira paixão são os animais e a Natureza. Acredito no meu contributo para uma sensibilização no sentido de compaixão e respeito por outras formas de vida. Sou voluntária em várias causas animais e uma mãe apaixonada.

Célia Loureiro, 28 anos, Técnica de Turismo, Almada.
Na ESHTE fui introduzida à importância de preservar o património e a natureza para a sustentabilidade da actividade turística. Tomei consciência de que o lobo ou o lince ibéricos são tão dignos de conservação quanto o Mosteiro da Batalha, e todos representam, com igual importância, a riqueza dos nossos costumes. Acredito que, se o alerta for constante e não der trégua, se possa ainda salvar o planeta da ignorância e da procrastinação, bem como da poluição e da exploração incauta dos seus recursos. Procuro abraçar causas que respeitem a natureza e que tragam harmonia, justiça e sustentabilidade ao mundo.

Ricardo Jorge Mendes dos Reis, 18 anos, trabalhador-estudante, Carnaxide. Estudo no curso de Cenografia, figurinos e adereços na escola Chapitô, sou descendente de cabo-verdianos, nasci e cresci no concelho de Oeiras, aceitei este desafio porque estou preocupado com os aspectos da ecologia social e urbana, com a arte e o pluralismo cultural das múltiplas etnias e a sociedade activa em que nos inserimos. Fui candidato a deputado pela assembleia da União das Freguesias de Carnaxide em Queijas. Sou escutista desde criança com ambição de ser dirigente do movimento escutista católico português. Faço voluntariado nas áreas ambientais e sociais, como animador, inserido em acções focadas no apoio à terceira idade e geriartria.

Conselho Nacional

PRESIDENTE

 

Mariano Gonçalves, 66 anos, R & D em engenharia e radiocomunicações, jubilado, professor e formador.

Sou ex-combatente miliciano, fiz voluntariado em África e participei em múltiplas Missões de Paz no âmbito da ONU, NATO e EUFOR como assessor técnico junto da Defesa Nacional e Autoridade Nacional de Segurança. Criei e coordenei o grupo de trabalho do mar do GEOTA, da ONG Seas At Risk, director e coordenador temático da Liga do Mar. Dirigente associativo e co-fundador de duas ONG do Ambiente e do Social ligadas à prevenção primária de comportamentos desviantes e aditivos, reinserção social, alternativa prisional e pré- profissionalização de jovens em risco. Voluntário em trabalhos de cooperação com o Museu Nacional de Arqueologia em projectos de arqueologia naval e subaquática. Autor e fundador do Observatório Ambiental de Teledetecção Atmosférica e Comunicações Aeroespaciais uma ONG de Desenvolvimento a operar na área educativa e promoção da cultura da ciência e tecnologia radioeléctrica e aeroespacial. Co-fundador de dois agrupamentos de escutismo católico, criados como alternativas sociais e educativas à integração e protecção de crianças e jovens menos favorecidos, em idade escolar e à procura do primeiro emprego. Director, voluntário e formador no Observatório Aeroespacial de Odivelas

Paulo Pinto, 63 anos, Biólogo, Évora.

Nasci em Lisboa onde tirei a licenciatura em Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Fiz o doutoramento em Biologia na Universidade de Évora, onde desenvolvi a minha carreira académica no âmbito da ecologia aquática. Mais recentemente o turismo e o desenvolvimento local passaram também a integrar as minhas preocupações. Aceitei aderir ao Movimento o Partido da Terra por me identificar com uma visão humanista que integra a responsabilidade ambiental e social. Considero o presente desafio como uma oportunidade de trazer para a agenda política este conjunto de valores.

 

José Manuel Pinheiro de Castro, 60 anos, Geógrafo, Coimbra.

Aceitei este desafio porque partilho do ideário político do MPT. Sou Humanista e Ecologista. Sou um apaixonado pelo campo e pela natureza e tenho como hobbies ao aviões e os barcos, sou piloto de aviões, fui martinheiro na caravela Bartolomeu Dias e sou patrão de alto-mar.
Sou Católico Apostólico Romano, TOLERANTE.

Rui Campos, 37 anos, médico, Coimbra.

Licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Especialista em Oftalmologia pelo Centro Hospitalar de Coimbra. Realizou observerships na Clínica Barraquer de Barcelona e no IMO-Instituto de Microcirurgia Ocular, Barcelona. Frequentou o Executive Master em Gestão de Unidades de Saúde na EGE-Atlantic Business School.
Presidente da Comissão Política Concelhia de Coimbra do MPT e vogal da Comissão Política Nacional do MPT (2014-2018). Membro da Amnistia Internacional, do Coimbra, Toastmasters Club e da TIAC-Transparência e Integridade, Associação Cívica. Deputado à Assembleia Municipal de Coimbra (2013-2017; 2017-2021). Secretário da Comissão de Protecção, Ambiente e Ordenamento do Território (2013-2017). Representante da Assembleia Municipal de Coimbra no Conselho Geral do Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro-Rovisco Pais (2013-2017).

VOGAIS

 

Ana Brito, 38 anos, controlo de qualidade alimentar, Porto.

Como Raúl Seixas dizia, “prefiro ser aquela metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”. Mas há coisas que não mudo por nada. O meu amor pela música, pelos que amo, mesmo os irracionais, que no fundo até já têm a resposta para tudo. Sonho com o dia em que possamos ser quem somos. Que os direitos sejam adquiridos á nascença e jamais questionados até ao dia da nossa partida. Sou e quero fazer parte desta mudança. E que o meu legado seja este.

António Luís, 60 anos, biólogo, Aveiro.

Nasci em Lisboa, em 1958. Sou Biólogo, licenciado pela FCUL e doutorado pela Universidade de Aveiro onde sou professor.
O estado do planeta Terra é extremamente preocupante. Há sérias ameaças à Vida, de forma geral, e à nossa própria sobrevivência como espécie, de forma particular. Os modelos de funcionamento vigentes estão esgotados e provaram não ser solução para o futuro, sendo necessário criar, desenvolver e aplicar novos paradigmas e novas abordagens à relação com o outro e com a Terra que nos acolhe.

Carlos Santos, 53 anos, Vigilante da Natureza, Beja.

Sou natural de Peniche, portanto cresci com os pés dentro de água, sou Vigilante da Natureza de profissão há cerca de 30 anos na vertente de Conservação da Natureza, trabalhei por várias Áreas Protegidas, incluído aquela que mais tempo absorveu parte dos anos desta profissão que exerço no presente: a Reserva Natural das Berlengas.
Hoje em dia resido na aldeia de Trigaches situada nas imediações do famoso aeroporto de Beja. Continuo a acreditar que será possível fazer Conservação da Natureza em Portugal e, por estas e por outras, penso que terá de haver grupos políticos que abram de vez as portas a uma melhor harmonia entre o homem e a natureza. Daí ter aceite este desafio com esperança e fé que alguma coisa se altere para melhor!

Elsa Florêncio, 49 anos, bióloga, Praia das Maçãs, professora.

Defensora do ambiente e dos direitos animais sejam humanos ou não. Leciono há cerca de 20 anos num sistema com o qual pouco me identifico. Acredito sim, num sistema de ensino holístico em que o aluno tenha a possibilidade de construir o seu próprio conhecimento e incluir o respeito pela natureza e pelos outros, nesse seu processo de aprendizagem. Aceitei este desafio porque de alguma forma sinto vontade de lutar contra este sistema e convenções sem sentido. O que quero da política é que seja um instrumento que permita alterar alguma coisa para melhor. Sempre para melhor!

Fernando Silva Grade, 63 anos, Biólogo, Artista plástico, Faro.

Licenciado em Biologia pela Faculdade de Ciências de Lisboa, curso de pintura do Ar.Co. Membro da associação ambientalista Almargem, da qual já foi vice- presidente. Membro da associação cívica Fórum Cidadania Lx. Autor do livro “O Algarve Tal Como o Destruímos”. Cronista regular no jornal regional “Barlavento”. Cronista esporádico no jornal “Público”. Artista da Galeria Monumental, em Lisboa.

Hélder Cardeira, 45 anos, Doutorando em Psicologia e Psicólogo Clínico de Profissão, Leiria,.

Estou aqui porque acredito nos princípios e valores do meu partido, com os quais muito me identifico. Usando o direito que assiste a qualquer cidadão, o de participar activamente na vida politica, decidi aceitar o convite que muito me honra e, consequentemente, candidatar-me ao Conselho Nacional do MPT. Enquanto Psicólogo Clínico com experiência nas áreas da saúde e nas causas sociais, sempre em prol da causa pública, estou seguro de que poderei com esta candidatura, dar um contributo fundamental e inovador nos diversos domínios que definem a qualidade de vida e bem-estar dos cidadãos.

Jacinto Mendes Semedo, 61 anos, Vice-Cônsul Honorário da República Democrática de São Tomé e Príncipe na Alemanha, Alemanha,.

Nascido na Praia, Cabo Verde, Português, Técnico superior em Administração Pública, Bachelor em Administração e Gestão de Empresas, BTS – Brevet de Technicien Supérieur en Commerce International. Cursos de comunicação e marketing. Idiomas: Crioulo, Português, Espanhol, Francês, Inglês, Alemão.

João Cortes Oliveira, 40 anos, técnico de laboratório em Micologia, empreendedor de inovação social e ambiental, Lourinhã.

Sou cooperador, director técnico e fundador da cooperativa Mushmore Coop, que se dedica à inovação social e ambiental, através de serviços de apoio e fomento do cultivo de cogumelos, de regeneração ecológica zonas verdes, de reconversão produtiva de monoculturas em policulturas agrosilvopastoris e da valorização de Resíduos Sólidos (Urbanos) Verdes. Aceito este desafio porque as propostas do Prof. Luís Vicente precisam de toda a ajuda, colaboração, apoio e contribuição possível, pois configuram a melhor alternativa política existente no quadro actual, ao paradigma de insustentabilidade ambiental vigente, assente numa exploração fatídica e legalmente chancelada dos recursos disponibilizados pelos Ecossistemas.

José Amorim, 60 anos, Técnico de Agricultura Biológica, Sintra. Especializado em Agricultura Biodinâmica pela École d’ Agrobiologie de Beaujeu, França. Militante na defesa do ambiente e saúde pública especialmente na área da agricultura. Partilho a visão política de Rudolf Steiner, fundador da Antroposofia, a tripartição social: Liberdade na Cultura, Igualdade na Justiça e Fraternidade na Economia. Aceitei este desafio porque quero contribuir para um alargamento da consciência dos meus concidadãos com vista à tomada de decisões cada vez mais esclarecidas.
O que quero da política é que seja uma ferramenta eficaz para mudar o mundo para melhor.

Liliana Rodrigues, 40 anos, durmo em formol por isso aparento muito menos, Designer de Comunicação/Estudante de Medicina Veterinária, actualmente a viver nas Terras de Gonçalo Mendes da Maia aka Cidade da Maia, mas mais especificamente Castelo da Maia. O porquê de ter aceite este desafio??? Porque sou uma lutadora, uma apaixonada. Porque sinto que necessitamos urgentemente de uma nova forma de estar na política, de travar uma luta pelo nosso planeta, “Think Global, Act local”, o nosso belíssimo e único Planeta Azul. Porque preciso de um partido que aceite que somos todos animais, humanos e não-humanos, e que todos temos direito ao bem-estar, à dignidade e ao respeito, e porque sei que esse partido é o MPT.

Margarida Gomes, 56 anos, de Santarém, é assistente social na área da reabilitação, a finalizar o mestrado em sexologia.

As questões ambientais são hoje associadas ao desenvolvimento da civilização, às crises sociais, económicas e políticas, de tal modo, que a degradação do meio ambiente deixa de ser apenas um problema relativo à natureza, ganhando a dimensão de um problema socioambiental. O modo de existência, compreensão e relação, entre Humano e Natureza, origina uma constante problemática ambiental, comprometendo e prejudicando a manutenção dos diversos sistemas socioambientais e a consequente sustentabilidade do planeta. Há uma clara relação entre “desenvolvimento da civilização” e “problemas ambientais”. A problemática ambiental, a poluição e degradação do meio, a crise dos recursos naturais, energéticos e alimentares, surgem como uma crise de civilização, onde está sempre presente uma racionalidade económica e tecnológica. Sou uma pessoa preocupada, cética e receosa quanto às reais possibilidades, de um “viver capitalista” questionando se existirá ou não, uma mudança da racionalidade produtiva.

 

Melissa Lopes, 42 anos, desempregada mas viva, bem viva. Almodôvar. Nenhuma austeridade me tirou a capacidade de sonhar.

Depois de passar pelo 2º ano de Marketing e, por razões alheias à minha vontade, não poder continuar a 300 km de casa, acabei também por perceber que havia negado o meu caminho. Anos mais tarde, voltei ao que sou. Amante fervorosa da música, da poesia, do teatro, do desenho e da pintura. Actualmente também faço trabalhos em Artesanato e sinto-me gente!
Acredito num mundo melhor e por ele luto todos os dias, até que o meu coração pare. Embarquei nesta luta porque considero que é deveras entusiasmante e progressista na sua base, porque poderá acrescentar algo que tem estado fragmentado na esquerda portuguesa.

“…Eles não sabem nem sonham que o sonho comanda a vida…”

SUPLENTES

 

Paula Dias, 54 anos, Clapiers (França), bióloga, investigadora científica. Estudei Biologia e Evolução na Faculdade de Ciências de Lisboa, e nas Universidades de Montpellier (FR) e de Uppsala (Suécia). Trabalhei em vários países sobre Biodiversidade, Conservação da Natureza, Educação Ambiental, diálogo Ciência-Sociedade. Tento sempre tecer pontes. Acredito no respeito entre as pessoas, no respeito pelos seres vivos e não vivos, na justiça e na boa vontade. Acredito num mundo em que as pessoas defendam ideias em vez de interesses. Acredito que juntos podemos tricotar uma nova madrugada.

Joana Roque de Pinho, 44 anos, Lisboa, antropóloga, investigadora.

No âmbito da licenciatura em Biologia, um estágio na África do Sul abriu-me os olhos para os conflitos entre as políticas de conservação da biodiversidade e o bem-estar das populações humanas locais. Depois de um doutoramento sobre a relação entre pastores quenianos e a fauna selvagem, investigo o conhecimento local de alterações ambientais por parte de populações rurais Africanas. Na era dos factos alternativos e das alterações climáticas, aceitei este desafio porque acredito na importância de os cientistas contribuirem para o debate político e a procura de soluções.

Miguel Ledro Henriques, 28 anos, Cartaxo, Médico.

Foram vários mas semelhantes os motivos que me levaram a inscrever-me no MPT:

  • acredito em que a evolução humana, dos queridos seres que nos rodeiam e do próprio planeta tende naturalmente a progredir no sentido da ordem, da beleza, da bondade e da positividade, e acredito em que o ser humano tem nas suas mãos a capacidade e missão de ajudar, aprimorar e estimular esta evolução;
  • acredito em que vivemos talvez na primeira época da história da Terra em que a harmonia total em conjunto com um conforto sem par são possíveis, graças tanto ao nível de consciência como de especialização técnica que a humanidade atingiu; acredito que o único obstáculo a esta harmonia é a ignorância relativa de determinados factos universais verificáveis pessoal e internamente por cada um de nós, e que essa ignorância gera um medo que se manifesta na competição exclusivista característica dos sistemas sociculturoeconómicos que vigoraram nos últimos séculos – e que estão a determinar a destruição do nosso planeta, dos seres que nos acompanham e dos próprios seres humanos.
  • Acredito que é possível levar esta mensagem à população portuguesa – cujas características históricas e culturais predispõem à pacificidade, compreensão mútua e ao trabalho árduo – de forma a gerar um espírito cooperativo na direcção de ideias comuns que beneficiaria profundamente todas as partes integrantes da Natureza em que nos inserimos.

José Manuel Abreu de Jesus, 50 anos, Professor na Universidade da Madeira.

Sou licenciado em Biologia (Ramo: Recursos Faunísticos e Ambiente) pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Sou Doutorado em Ecologia e Sistemática na Universidade da Madeira. Resolvi aceitar este desafio por sentir que poderei dar um contributo nas áreas do ambiente e Ciências Biológicas e por achar que existe um certo vazio e falta empenho ao nível do debate político.

CONSELHO DE JURISDIÇÃO NACIONAL

 PRESIDENTE

Leonor Ribeiro, 56 anos, Cascais, jurista e pintora aguarelista.

Sou licenciada em Direito pela faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e sou formadora com certificação pelo IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional). Apesar dos grandes progressos que têm vindo a ser alcançados ao nível das ciências e das tecnologias, vivemos numa época que coloca desafios sem precedentes, com particular relevância para as questões ambientais cada vez mais prementes e para os problemas sociais que, sem resposta cabal e em maior adversidade das condições envolventes, tenderão a agudizar-se. Neste contexto, acredito que uma perspectiva humanista, a prevalência e o aperfeiçoamento da vivência dos valores morais e éticos poderão contribuir decisivamente para o melhor resultado no quadro dos cenários possíveis. É com esta perspectiva que encaro a minha contribuição política como um dever e uma missão.

VICE-PRESIDENTE

João Nunes, 30 anos, Lisboa, Biólogo, Investigador

Desde sempre inconformado, acredito que o progresso se alcança com juízo informado e crítico, acompanhado da dedicação e empenho na primeira pessoa, tentando a implementação das soluções mais funcionais, eficientes e definitivas. Este projecto permite contribuir com ideias, pontos de vista e perspectivas como liberal, jovem, cientista, lisboeta, português num panorama político autocêntrico, dominado pelo arcaísmo e conservadorismo de ideias, minado por interesses próprios, e sem consciência europeia, ou de um futuro a longo prazo. Pelos Jovens, pela Ciência, por Lisboa, por Portugal.

VOGAL

 

Cristina Lhorca Duarte, 41 anos , Queluz, Formadora .

Sempre participei de forma voluntária e profissional em diversos projectos sociais que me enriqueceram de sensibilidade, conhecimento e o rigor necessário para ter uma percepção real e ajustada das principais dificuldades e necessidades da nossa população. O meu trajecto de vida pessoal capacitou- me para melhor entender as questões relacionadas as situações de carência, de exclusão social e de isolamento, assim como nas áreas que envolvem o emprego, a educação, a saúde e desenvolvimento pessoal e social. Acredito que a participação cívica, nos dias de hoje, é cada vez mais fundamental, e por isso aceitei este desafio.

SUPLENTES

 

Pedro Miguel Alves Ribeiro, 46 anos, Biólogo, Técnico Superior de Laboratório, Badalinho, Vila Franca de Xira.

Passados 4600 Milhões de anos de evolução biológica no planeta Terra, a espécie humana tornou-se a espécie dominante no habitat planetário. Tornámo- nos poderosos o suficiente para conseguirmos destruir ecossistemas inteiros, e destruimos. Por necessidade, por ganância, por pura ignorância. Mas também como espécie inteligente e sensível somos capazes grandes conquistas humanitárias, técnicas e científicas. Conseguimos colocar a nossa inteligência e Compaixão ao serviço da Humanidade e das outras espécias irmãs com que evoluimos. Chegou altura na nossa caminhada neste pequeno ponto azul pálido de colocarmos o bem estar comum (a nós e às outras espécies) acima dos interesses individuais ou corporativos. Chegou a altura de pensarmos em toda a vida na Terra com Compaixão e com Carinho. Pois no fundo todos os seres desta Terra partilham connosco muito mais que traços genéticos: Todos, sem exepção, querem ser Felizes. Por isso sei que chegou a altura de nos tornarmos os verdadeiros guardiães da Vida e da Consciência colectiva. É por isso que me candidato aos orgãos do MPT. Aqui poderemos em conjunto lutar por estes ideais e torná-los mais que Utopias. Torná-los parte de todos os dias. De todos os corações.

Elsa Simões Paulo dos Santos Lopes Alexandrino, 63 anos, natural de Coimbra.

Oriunda de uma família convencional, os únicos pontos que sobressaíram dessa normalidade, foram os penosos períodos de ausência do meu pai, preso às mãos e aos “caprichos” do regime vigente. Foram episódios recorrentes que me marcaram, indelével e decisivamente, a meninice e vida futura. Tendo como exemplo a figura paterna, com a qual tinha uma enorme afinidade emocional, tornei-me cedo muito critica e atenta, delineando os meus ideais futuros de liberdade e justiça, defendendo vivamente os mais desfavorecidos pela sociedade, quase de uma forma mais romântica que política, cuja consciência, adquiri mais tarde. Aqui chegada, espero que o meu espírito irrequieto e irreverente, devotado ao serviço da comunidade, possa contribuir com um novo olhar, de quem se estreia nestes meandros, para a resolução de assuntos actuais, prementes, gritantes, a nível social e ambiental, tentando, com o maior empenho, tornar mais justa e viável a vida de todos.

Cristina Piçarra, 35 anos, bióloga, Almada.

Porque apesar de tantas vezes descrente ainda há dentro de mim alguma coisa que não me deixa desacreditar que outro mundo é possível e só lutando o podemos transformar. Mais animalista que humanista, não esquecendo que humanos são apenas mais uma espécie animal, e eternamente devota da Terra Mãe.

MESA DO CONGRESSO

 Presidente

 

Catarina Pombo Nabais, 41 anos, Lisboa.

Investigadora Pós-Doc em Filosofia, bolseira da FCT e, portanto, precária a lutar por um contrato digno de trabalho e por uma carreira de investigação em Portugal. Interesso-me por política porque é metafisicamente impossível não ser político. Como já dizia Aristóteles, “somos todos por natureza animais políticos” (anthropos physei politikon zoon) – e sim, a tradução unânime diz “o homem é um animal político”, mas precisamente porque se trata de política, prefiro traduzir por “somos todos”. Apesar de nem ser aristotélica, o que quero da política é acima de tudo assumirmos de forma absoluta e radical que somos mesmo animais. Animais políticos. E fazer política em permanente devir-animal, como diria o Deleuze, para lá da soberania do humano!

Vice-presidente

Antónia Santos, 64 anos, desempregada, Monte da Caparica

Nasci em 1954 na bonita vila de Mourão, de onde saí aos 12 anos, para estudar. Comecei a trabalhar jovem, como assistente turística e fui, durante mais de 20 anos, assistente de direcção no maior jornal português.
Em 2015 fui cabeça de lista e mandatária por Évora nas listas do MPT e o contacto com os mais desfavorecidos e idosos marcou-me o suficiente para aceitar o desafio de integrar uma equipa que se preocupa com o bem-estar e uma forma humanista de ver os cidadãos. A política em que me revejo é solidária e amiga do ambiente e sei que este MPT pode fazer a diferença.

SECRETÁRIA

 

Sandra Coutinho Garrido, 57 anos, natural de Macau, residente em Peniche. Sou mãe de dois adultos que lutam por uma vida digna fora do País, e talvez por isso sou a companheira humana de vários animais.

Funcionária do ICNF há mais de vinte anos estou em contacto diário com os desafios ambientais actuais e com as tentativas de resposta da administração pública a esses mesmos desafios. Gostaria de viver num país onde o respeito pelo cidadão por parte dos agentes da administração pública fosse a regra e não a excepção; onde os eleitos sirvam em vez de se servirem do País; onde a educação, a saúde e a justiça sejam de facto direitos de cidadania; onde cada cidadão possa viver e morrer com dignidade e não apenas sobreviver.

SUPLENTES

 

Cátia Vieira, 30 anos, licenciada em Ciências da Nutrição, Mestre em Ciências Farmacêuticas, Corroios, Seixal.

Abracei este projecto social porque confio na estrutura humana e profissional que se criou à volta do mesmo e acredito que os nossos conhecimentos colectivos farão eco e representarão o objectivo da acção política. Para que tal possa subsistir, darei o meu contributo voluntário na maior causa ambientalista e humanista do País. Enquanto Farmacêutica, lido diariamente com centenas de pessoas com o intuito de dar resposta às necessidades das mesmas e, portanto, respeito o interesse público, os valores de uma sociedade, as responsabilidades e os deveres do cidadão.

Isa Alves, 34 anos, Carcavelos, professora de Ciências NaturaIs do 3º Ciclo e de Biologia e Geologia do Ensino Secundário.

Sou uma mulher trabalhadora e lutadora, abraço os desafios em que a determinação e o empenho são cruciais. Aceitei este desafio porque quero contribuir para fazer a diferença em prol de uma evolução de ideias e conhecimento. Na política quero contribuir de forma aCtiva e dinâmica para um Portugal melhor, mais humano e ambientalmente saudável.